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Tratamentos

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No Centro de Cirurgia da Pele (CCP) são realizados todos os procedimentos cirúrgicos da pele.

Procedimentos de maior porte são realizados com a participação de médico anestesiologista habilitado e com experiência em Cirurgia Dermatológica. Todas as cirurgias, com ou sem sedação, são realizadas em nosso próprio centro cirúrgico.

Procedimentos de maior porte ou em pacientes com risco cirúrgico aumentado são obrigatoriamente realizados em ambiente hospitalar.

 

Conheça alguns dos procedimentos da Cirurgia Dermatológica:

 

Cirurgia Micrográfica de Mohs

Cirurgia Micrográfica de Mohs

A Cirurgia Micrográfica de Mohs é um método preciso para a remoção de cânceres de pele, evitando que resquícios do tumor original voltem a se desenvolver no mesmo ponto. Esta técnica promove a maior taxa de cura entre todas as modalidades de tratamento ao mesmo tempo em que preserva ao máximo o tecido sadio ao redor do tumor, a função local e a aparência estética, minimizando as cicatrizes resultantes de um procedimento cirúrgico.

Saiba mais em:
https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/procedimentos/cirurgia-micrografica-de-mohs/25/

Cirurgia cutânea oncológica

Cirurgia cutânea oncológica

Cirurgia para Hiperidrose Axilar

Cirurgia para Hiperidrose Axilar

Cirurgia de resseção das glândulas sudoríparas axilares. É um procedimento simples, realizado sob anestesia local, no qual as glândulas são removidas através de um ou dois pequenos orifícios de no máximo 1 cm em cada axila. Apresenta baixíssimo índice de complicações e não provoca riscos a outros órgãos, pois limita-se ao plano cutâneo.

Tratamento da Hiperidrose Axilar com Toxina Botulínica

Tratamento da Hiperidrose Axilar com Toxina Botulínica

A toxina botulínica vem sendo utilizada para mais uma finalidade terapêutica. Além do seu uso em oftalmologia para tratamento de contrações musculares involuntárias e do uso em Dermatologia Cosmiátrica para o tratamento das rugas dinâmicas, a toxina oferece uma boa opção de tratamento para aquelas pessoas que apresentam excesso de suor, a hiperidrose.
A substância é aplicada através de injeções na pele da região axilar ou das palmas das mãos, com intervalos de cerca de 1 a 2 cm entre cada aplicação, nas áreas onde a produção de suor é mais intensa. O efeito máximo ocorre em cerca de 2 semanas e o tratamento apresenta boa eficácia, com interrupção da sudorese na área tratada. A duração do efeito pode chegar até 8 meses, quando é necessário reaplicar a toxina.

Cirurgias excisionais

Cirurgias excisionais

Consiste na reconstrução da pele através de retalhos ou enxertos. É feita a transferência de tecidos bons para áreas que perderam a pele. Muito utilizadas no fechamento de cirurgias de câncer de pele ou em queimaduras.

Lipoaspiração de Lipomas

Lipoaspiração de Lipomas

A lipoaspiração é uma ótima opção para tratamento de lipomas com diagnóstico inequívoco. Geralmente resulta em cicatrizes menores.

Remoções de pequenos tumores

Remoções de pequenos tumores

Criocirurgia

Criocirurgia

Este procedimento provoca o congelamento de lesões cutâneas a temperaturas muito abaixo de zero, levando à sua destruição através da morte das células do local tratado. A aplicação é feita utilizando-se o crio spray, aparelho especialmente desenvolvido para o procedimento. Ele produz um jato muito fino de nitrogênio que é aplicado diretamente sobre a lesão ou através do congelamento de ponteiras que são encostadas na pele a ser tratada. (www.sbcd.org.br)

Eletrocirurgia

Eletrocirurgia

Terapia fotodinâmica

Terapia fotodinâmica

A terapia fotodinâmica consiste na aplicação na pele de um medicamento sob a forma de creme ou loção. Este é absorvido pelas células tumorais e, posteriormente, ativado pela luz do aparelho, promovendo destruição seletiva das células cancerígenas, preservando as células saudáveis ao redor da lesão. A terapia fotodinâmica está bem indicada para tratamento de carcinomas baso celulares superficiais e doença de Bowen fora da face. As ceratoses actínicas, que são lesões pré-malignas, também podem ser eficazmente tratadas por esta técnica. Estudos comprovam, também, ação no tratamento da acne e do envelhecimento causado pelo sol. Atualmente, uma das melhores indicações da terapia fotodinâmica é o chamado tratamento de campo cancerizável para prevenção do câncer cutâneo em indivíduos predispostos.

Hidradenite supurativa

Hidradenite supurativa

A hidradenite supurativa, também conhecida como hidrosadenite, é uma doença relativamente incomum que passou a ser melhor conhecida nas últimas décadas. Como muitos conceitos superados e equivocados ainda são difundidos, farei uma breve e resumida explicação e, mais adiante, detalho com algumas “perguntas e respostas”.

A melhor definição para a hidradenite é que se trata de uma doença auto-inflamatória (é um conceito relativamente novo, que engloba também as doenças inflamatórias intestinais – doença de Crohn e retrocolite ulcerativa) da pele que acomete preferencialmente as áreas ricas em glândulas apócrinas que se caracteriza por nódulos e fístulas que frequentemente inflamam e drenam secreção com pus ou sangue.

Antigamente se acreditava que fosse uma doença infecciosa, estudos recentes mostram com clareza que uma disfunção da resposta inflamatória do indivíduo é o elemento mais importante na sua gênese. Drogas modernas direcionadas à moléculas-alvo da cascata inflamatória, como o adalimumab, tem sido de grande eficácia no controle da doença, especialmente dos casos inoperáveis. Entretanto, os antibióticos continuam sendo uma ferramenta importantíssima no manejo da doença, evidenciando que as bactérias tem um papel na doença, embora não causal. É provável que infecções diversas sejam o gatilho para a disfunção auto-inflamatória da hidradenite, permitindo que a doença progrida e se expanda regionalmente.

A doença usualmente se inicia na puberdade ou no início da idade adulta, sendo raros casos na infância ou após os 40 anos. Em geral, a história é a do surgimento de uma lesão inflamatória que costuma ser diagnosticada como “furúnculo”, “pelo encravado” ou “cisto”, localizado nas axilas ou no períneo. Tais lesões tendem a reaparecer no mesmo lugar, o que já deve fortemente alertar para o diagnóstico de hidradenite. A progressão natural da doença é com o aparecimento de novas lesões na proximidade e em outras áreas, que drenam material purulento ou sanguinolento, além de nódulos inflamatórios. As áreas mais frequentes são axilas, virilhas, região genital, perianal, perineal, coxas, glúteos e mamas. Casos raros podem ter lesões disseminadas, inclusive na face. A associação com acne, cisto pilonidal e doenças inflamatórias intestinais ocorre acima do esperado.

A sintomatologia é extremamente variável. Muitos pacientes apresentam dores importantes quando as lesões estão inflamadas, que podem prejudicar enormemente as atividades diárias. Outros não tem praticamente nenhuma dor, mas sofrem bastante com a drenagem frequente das lesões, que acarretam importante constrangimento social. Menos frequentemente, a coceira pode representar um problema, podendo ser decorrente da doença propriamente ou de dermatite seborreica ou candidíase associada. Como a hidradenite é uma das doenças da pele que tem mais impacto na qualidade de vida dos pacientes, esta deve sempre ser valorizada e tratada.— 

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